Entre
os dias 19 e 21 de outubro os participantes da Feira das Américas – ABAV 2011-
vão ter a oportunidade de conhecer os princiapis produtos turísticos do Pará,
no estande que a Companhia Paraense de Turismo – Paratur, instalou no evento,
que acontece no Riocentro, Rio de Janeiro. O estande do Pará, com 110m², terá
como tema o Círio e será uma réplica da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré e
receberá plotagens com imagens das seis regiões turísticas do Pará, pólo Belém,
Marajó, Tapajós, Amazônia Atlântica, Araguaia Tocantins e Xingu. No local a
equipe de marketing da Paratur vai distribuir material promocional do Estado,
incluindo fitinhas de Nazaré, bombons, saches com cheiro do Pará, e muito mais.
Vídeos com informações turísticas do Pará também vão ser exibidos aos
participantes.
Adenauer,
Góes, presidente da Paratur, além da abertura oficial do evento aproveita para
fazer um trabalho de articulação dos agentes de viagens e operadores
participantes da ABAV, que é o evento mais importante do setor em toda a
América Latina. Para ele, é fundamental a participação do Governo do Estado com
um estande temático no evento. "O estande é o espaço em que o profissional
de turismo, o empresário, o agente de viagens do Pará pode somar com a Paratur
na oferta dos nossos principais produtos turísticos". Diz Adenauer Góes
que durante a Abav participa também da reunião do Fórum Nacional de Secretários
e Dirigentes de Turismo - FORNATUR e da entrega da Medalha de Mérito Turístico
à cantora paraense Fafá de Belém.
Pará:
obra-prima da Amazônia
Conhecer
o Pará, obra-prima da Amazônia, é fazer um mergulho em um mundo repleto de
manifestações culturais, delícias gastronômicas típicas, riquezas naturais e
patrimônio histórico únicos no Brasil e, claro, ter contato com a receptividade
cativante do povo paraense. O turista que escolhe este destino deve estar
atento a pelo menos três dos principais roteiros: Belém, Cultura, Fé e
Natureza, o Tapajós, Amazônia, Selva e História e o Amazônia do Marajó. Uma
dica é chegar no mês de outubro e participar do Círio de Nazaré, maior
manifestação de fé católica da Amazônia. Não deve ficar de fora um passeio bem
cedinho nos complexos Ver-o-Peso e Feliz Lusitânia, em Belém, visitar a bela
vila de Alter-do-Chão, em Santarém, no pólo Tapajós e conhecer a força da
cultura e da natureza do Marajó, apenas alguns dos atrativos imperdíveis para
quem dispõe de pelo menos uma semana para estar no Pará.
ROTEIROS
DO PARÁ BELÉM, CULTURA, FÉ E NATUREZA
Belém
se mostra ao turista sempre encantadora, com seus traços marcados por
fortehibridez cultural e arquitetônica. Nobairro da Cidade Velha, salta aos
olhos ocontraste do patrimônio histórico – herançade Portugal e outras
influências européias,refletida no casario antigo – com opós-moderno, representado
pela Estaçãodas Docas, onde todos se encontram, noalmoço, no pôr do sol ou
noite adentro,para se deliciar com a brisa do rio Pará,com a alegria
contagiante do local e como cardápio de excelente qualidade, comoexige o rigor
da culinária paraense.
Basílica
de Nazaré, Teatro da Paz, Praçada República e Praça Batista campostambém devem
ser visitados. OMangal das Garças,às margens do rio Guamá, povoado de avesraras
da Amazônia. Uma flora típica em desenvolvimento,escolhida para ser uma
das mostrasmais perfeitas da nossa floresta tropical, se impõe por todos os
lados. Do alto doFarol, uma vista quase completa de Belém,que aos poucos abre
suas janelaspara o rio. No Espaço São José Liberto, encontramoso Pólo
Joalheiro, onde o ouro e outras riquezasminerais do Pará são transformadosem
jóias de puro requinte.
A
natureza verde de Belém ainda pode ser vista no Jardim Botânico Bosque
Rodrigues Alves, no Museu Paraense Emílio Goeldie no Bioparque Amazônia. No
entorno da cidade, mais de 70 ilhas e um cotidianode vida ribeirinha
encantador. Carimbó, siriá,marujada, boi bumbá, pássaros juninos,lundu, brega,
tecnobrega, guitarradae calypso são alguns dos ritmos que embalamas
manifestações culturais – entreas quais se destaca o Círio de Nossa Senhora de
Nazaré, padroeira da Amazônia,sempre no segundo domingo de outubro,quando mais
dois milhões de fiéis e milharesde turistas se encontram numa
gigantescademonstração de fé.
Estação
das Docas e Mercado Ver-o-Peso- Construída a partir de quatro antigos galpõesde
ferro ingleses do século XIX, o complexoturístico e gastronômico Estação das
Docasreúne restaurantes, uma mini-fábrica decerveja, bares, lanchonete,
sorveteria, espaçopara eventos, teatro, museu e terminal fluvial.
Ao
lado temos a maior feira livre da América Latina,o Ver-o-Peso, um dos maiores
símbolos do povo eda cultura paraenses, com seu misticismo, crenças ehábitos.
Inaugurado no final do Século XVII comoposto de fiscalização e tributos, o
mercado combinaestilos neo- clássicos com peçasde ferro e gradil importados da
Europa.
TAPAJÓS,
AMAZÔNIA, SELVA E HISTÓRIA
No
pólo turístico Tapajós, o Pará se revela com o que tem de mais atraente na
Amazônia: a flora, a fauna e a história. Lá encontramos Santarém, com inúmeras
opções de artesanato, passeios, gastronomia regada a peixes típicos, belos e
confortáveis hotéis. À frente da cidade, o fascinante encontro das águas
esverdeadasdo rio Tapajós com as águas barrentasdo Amazonas, que por
quilômetros seguem lado a lado mas nunca se misturam.O fenômeno atrai turistas de
todo o mundo, assim como a bela vilade Alter do Chão, maior aquífero do
mundo.Vila turística a 32 km de Santarém, às margens do Rio Tapajós, afluente
do Amazonas. Olugar, rota de grandes cruzeiros marítimos,apaixona seus
visitantes pela belapraia de águas doces e esverdeadas eareia branca, às
margens do Tapajós.Canoeiros ficam na orla, à espera dosapaixonados pela
natureza, para um inesquecívelpasseio pelo Lago Verde,até aIlha do Amor, lugar
de rara beleza, assimcomo a comunidade Maguary. Outra opçãoé uma trilha pela
floresta até a Serrada Piroca, de onde a vista panorâmica deAlter do Chão é
inesquecível. Antes de seguir,vale se deliciar com a “piracaia”, peixeassado na
brasa servido em um ritualtipicamente tapajônico.
Recomenda-se
visitar Santarém o anotodo, mas no mês de setembro a naturezaé mais generosa,
ao revelar toda a exuberânciada praia de Alter do Chão. É tambémquando acontece
o Sairé, principalmanifestação cultural do lugar, um ritualde ritmos, cores e
coreografias indígenas,
com
destaque para o duelo dos botosCor-de-Rosa e Tucuxi. O Sairé é uma
festividadede caráter religioso introduzida nasmissões religiosas da Amazônia
pelos jesuítas,no Século XVII.
AMAZÔNIA
DO MARAJÓ
Ao
desembarcar no Porto do Camará, em Salvaterra, na Ilha do Marajó, o turista
deve estar preparado para apreciar praias de águas mornas e
salobras,
observar búfalos que servem de montaria à polícia e aos visitantes, trilhas no
mangue, em campos naturais, passeios de canoa e revoada de guarás, esses são
alguns dos atrativos da maior ilha fluvial e marítima do mundo, a lha de
Marajó. Passeios por campos alagados e degustação do queijo bubalino,
oferecidos nos hotéis e fazendas que recebem os visitantes, também são convites
irrecusáveis para quem deseja conhecer o arquipélago do Marajó, composto por
aproximadamente 3 mil ilhas e ilhotas distribuídas em 15 municípios, numa área
de 49.606 km² banhada pelo Oceano Atlântico, pelos rios Amazonas e Pará.
A
beleza exótica do Marajó é vista em pequenos rios e igarapés que criam áreas
alagadas, refúgio dos fortes búfalos, principal produto pecuário da região. A
Praia do Pesqueiro, no município de Soure, tem um encanto que atrai turistas de
todo o mundo. O artesanato marajoara também merece ser visto, com seus desenhos
inconfundíveis aplicados em cerâmicas e peças de vestuário de couro bubalino.
Inspiradas
na região, as jóias do Pará são produzidas a partir de sementes, folhas e
cipós, alguns dos artigos encontrados nas feiras e barracas de lembranças dos
municípios marajoaras.
É
imperdível no Marajó: a Reserva Extrativista Marinha de Soure, que abrange uma
área de 27.463.58 hectares, denominada Manguezal de Soure. Merece atenção
especial a Praia do Pesqueiro, com três quilômetros de extensão e inúmeros
coqueiros, marca registrada do local. Possui barraquinhas com serviços de bar e
restaurante e uma culinária cuja especialidade são os peixes regionais e o
caranguejo toc-toc. Recomenda-se reservar de 5 a 8 dias para conhecer os
principais encantos do arquipélago do Marajó, que envolve centenas de ilhas,
entre elas: Marajó, Mexiana, Caviana, Janaucu, Jurupari e ilha do Pará.
MOTIVOS
PARA VISITAR O PARÁ
Em
sua viagem ao Pará não deixe de se encantar com:
BELÉM
• Artesanato: brinquedos de miriti, cerâmica, biojóias,cuias;
•
Gastronomia: pato no tucupi, maniçoba, tacacá;
•
Manifestações culturais: carimbó, marujada, sairé,
•
Círio de Nazaré: ocorre no segundo domingo de outubro, reúne mais de 2 milhões
de romeiros em procissão que sai da Catedral da Sé e segue pelas principais
ruas de Belém com a imagem de Nossa Senhora de Nazaré até a Basílica Santuário
de Nazaré, cumprindo ritual de mais de 200 anos;
•
Complexo do Ver-o-Peso: feira livre, mercado a céu aberto e doca);
•
Complexo Estação das Docas: 32 mil m2 de extensão e 500 m de orla fluvial, com
bares, restaurantes, sorveterias, nfeira de artesanato e lojas;
•
Complexo Feliz Lusitânia: Catedral Metropolitana, Igreja de Santo Alexandre,
Museu de Arte Sacra, Forte
do
Presépio e Casa das Onze Janelas);
•
Tour fluvial: pelos rios Guamá e Pará, com vista da orla fluvial de Belém e
ilhas adjascentes;
•
Vila de Icoaraci: maior centro de produção de cerâmica marajoara, tapajônica e
maracá;
•
Museu Zoobotânico Emilio Goeldi e Mangal das Garças;
•Jardim
Botânico Bosque Rodrigues Alves
•
Ilhas: Mosqueiro, Outeiro, Cotijuba, Ilha das Onças, Ilha dos Papagaios;
MARAJÓ
•
Ilha do Marajó: Soure, Salvaterra, Cachoeira do Arari (Museu do Marajó)
TAPAJÓS
•
Santarém, Alter-do-Chão, encontro das águas
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