O município de Juruti realiza, de 24 a 27 de julho, mais uma edição do Festival Folclórico das Tribos Indígenas, evento turístico que tem como objetivo a preservação das tradições histórico-culturais do Pará, o que o torna um dos mais belos da Amazônia. Também conhecida como Festribal, a festa é marcada pela disputa entre as tribos Muirapinima e Munduruku. A “rivalidade” acontece através de rituais de dança e coreografias.
A exemplo de anos anteriores, a Companhia Paraense de Turismo (Paratur) fechou parceria com o grupo de Comunicação Amazon Sat, que através da TV Amazon Sat, Portal Amazônia, e diversas mídias sociais, mostra a amazônica paraense para cerca de 180 países. A parceria com a Amazon Sat permite a divulgação dos principais segmentos turísticos do Pará: cultura, natureza, sol e praia, eventos e negócios.
Juruti é um dos municípios da região turística do Tapajós, localizado a oeste do Pará, na fronteira com o estado do Amazonas. Conta com uma população com mais de 47 mil habitantes. O município possui vários pontos turísticos como lagos e igarapés e em período festivo trás uma movimentação turística de pelo menos 25 mil pessoas para assistir ao Festival das Tribos Indígenas e conhecer os atrativos turísticos de Juruti.
História – Com inicio em 1986, o Festival Folclórico das Tribos Indígenas de Juruti, tradicionalmente acontece no ultimo final de semana de julho. Tudo começou com apresentação dos bois bumbás, quadrilha e carimbó, mas ganhou destaque quando passou a acontecer no espaço cultural denominado “Tribódromo”. O ápice do evento é a disputa entre as tribos Munduruku e Muirapinima que se apresentam através da dança e com muita alegoria, diferenciando uma da outra com suas cores de origem.
Desde 2008 o Festival Folclórico das Tribos Indígenas é considerado Patrimônio Cultural do Pará e é realizado pela Prefeitura Municipal com apoio na divulgação e promoção do Governo do Estado do Pará, através da Paratur.
O acesso ao município fica por conta de avião ou barcos que saem de Belém até Santarém. A partir daí a viagem segue nos rios da Amazônia até chegar a Juruti.
Texto: Denilton Resque – GEC Paratur
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