Há mais de um ano, onze mulheres que viviam apenas da agricultura de subsistência na comunidade Vila Mau na região de Água Doce, em Marapanim, a 120 km de Belém, resolveram aproveitar a experiência que tiveram com um curso de pães, roscas e biscoitos para formar uma associação. Assim, elas garantiram renda extra para suas famílias com a comercialização de produtos regionais.
A idéia deu certo e hoje elas são integrantes da Associação dos Produtores Rurais da Região de Água Doce (Asprorad) que tem como principal produção a comercialização de biscoitos de castanha do Pará, bombons, doces e geléias de cupuaçu e açaí.
Com uma produção mensal de 300 biscoitos com 60% feito a partir da fécula da mandioca, as mulheres da Asprorad já garantiram a comercialização no mercado local, em Castanhal, articulam venda em Belém e agora querem conquistar o mercado nacional.
No mês de maio, elas participaram da 7ª Feira Nacional da Agricultura Familiar (Fenafra), em Porto Alegre. Na capital gaúcha conseguiram faturar R$ 4 mil com a comercialização de 500 kg de biscoitos.
A segunda participação nacional foi no 5º Salão do Turismo, realizado no período de 26 a 30 de agosto, em São Paulo. Com o apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), a Asprorad levou três representantes para comercializarem os produtos no Mercado da Agricultura Familiar, sendo um dos 30 empreendimentos da agricultura familiar selecionados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Além de garantirem quase R$ 10 mil com a venda de 600 kg de produtos, o que garante benefícios diretos para 50 produtores e indiretos para 100 produtores da Vila Maú, Marluce Chagas, Liane Queiroz e o diretor de produção, Silvio Chagas, aproveitaram para distribuir cartões de visita com a expectativa de ampliar a produção. “Temos expectativa de negócios futuros. A nossa intenção é sair com muitos contatos para conseguir encomendas e vender em São Paulo”, disse Marluce.
Ela contou que a associação melhorou significativamente a vida das trabalhadoras onde vivem cerca de 100 mil habitantes que trabalham na plantação de hortaliças, mandioca e do cultivo do cupuaçu, açaí e maracujá. “Viemos para fazer contatos e já pensamos em um projeto para montar uma agroindústria e exportar os nossos produtos para a Itália”.
A idéia deu certo e hoje elas são integrantes da Associação dos Produtores Rurais da Região de Água Doce (Asprorad) que tem como principal produção a comercialização de biscoitos de castanha do Pará, bombons, doces e geléias de cupuaçu e açaí.
Com uma produção mensal de 300 biscoitos com 60% feito a partir da fécula da mandioca, as mulheres da Asprorad já garantiram a comercialização no mercado local, em Castanhal, articulam venda em Belém e agora querem conquistar o mercado nacional.
No mês de maio, elas participaram da 7ª Feira Nacional da Agricultura Familiar (Fenafra), em Porto Alegre. Na capital gaúcha conseguiram faturar R$ 4 mil com a comercialização de 500 kg de biscoitos.
A segunda participação nacional foi no 5º Salão do Turismo, realizado no período de 26 a 30 de agosto, em São Paulo. Com o apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), a Asprorad levou três representantes para comercializarem os produtos no Mercado da Agricultura Familiar, sendo um dos 30 empreendimentos da agricultura familiar selecionados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).
Além de garantirem quase R$ 10 mil com a venda de 600 kg de produtos, o que garante benefícios diretos para 50 produtores e indiretos para 100 produtores da Vila Maú, Marluce Chagas, Liane Queiroz e o diretor de produção, Silvio Chagas, aproveitaram para distribuir cartões de visita com a expectativa de ampliar a produção. “Temos expectativa de negócios futuros. A nossa intenção é sair com muitos contatos para conseguir encomendas e vender em São Paulo”, disse Marluce.
Ela contou que a associação melhorou significativamente a vida das trabalhadoras onde vivem cerca de 100 mil habitantes que trabalham na plantação de hortaliças, mandioca e do cultivo do cupuaçu, açaí e maracujá. “Viemos para fazer contatos e já pensamos em um projeto para montar uma agroindústria e exportar os nossos produtos para a Itália”.
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