
O gerente de Gestão de Conteúdo e Informação de Produtos Turísticos da Embratur, Vitor Iglezias Cid, apresentou as estratégias do Plano Aquarela 2020 – Marketing Turístico Internacional, nesta quinta-feira (29), no auditório do Sebrae Pará, em Belém. O evento, que contou com apoio da Companhia Paraense de Turismo (Paratur), reuniu representantes do trade turístico, prefeituras, secretarias municipais e fóruns regionais de turismo.
O objetivo da ação realizada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) em todas as capitais brasileiras é disseminar as informações estratégicas sobre a promoção dos produtos e destinos turísticos brasileiros nos mercados internacionais, além de incorporar o plano às políticas de turismo dos estados.
De acordo com o palestrante, Vitor Cid, o Plano Aquarela trabalha com a promoção de 269 produtos turísticos em situação competitiva no cenário global. Ele informou ainda que o Brasil ocupa o 7º lugar em número de eventos internacionais, sendo que 45 cidades brasileiras já foram sede de eventos desse porte.
A elaboração do Plano Aquarela obedece a três etapas: Diagnóstico, Planejamento Estratégico e Plano Operacional. O estudo diagnóstico mede o grau de satisfação dos visitantes, revela os aspectos positivos e negativos, enumera os desafios, afere a imagem do destino na mídia internacional e opinião publicada, crescimento da oferta internacional de produtos turísticos, entre outros. “Uma marca muito forte das pesquisas é o nosso povo. A avaliação mostra que o melhor do Brasil é o povo brasileiro, com 49%”, comentou Vitor Cid.
Já o Planejamento Estratégico tem como objetivo aprimorar o trabalho de promoção do turismo internacional com resultados a longo prazo, envolvendo o setor público e privado, com destinos turísticos globais de forma profissional, além de aproveitar a realização dos grandes eventos esportivos para tornar o Brasil mais conhecido pelo mundo. “O grande legado é a imagem do turismo no Brasil que nós vamos colocar no mundo”, declarou o gerente da Embratur. Ele também destacou como prioridades o aumento de divisas, de turistas da América do Sul, do gasto e da permanência média e de países que conjugam grande volume de visitantes, gasto alto e permanência maior.
Por fim, o Plano Operacional posiciona corporativamente o Brasil como um país moderno e competente, com boa infra-estrutura para receber o turista, grande diversidade cultural e natural, de forte identidade própria e modelo de sustentabilidade. “Temos que trabalhar a fidelização desse turista para que o regresso seja cada vez maior”, resumiu Cid. Segundo os dados da Embratur, 90% dos visitantes estrangeiros relataram satisfação plena com os produtos turísticos brasileiros e intenção de voltar ao país.
Para o presidente da Paratur, Luiz Souto, a relação próxima e o fortalecimento institucional com a Embratur é muito interessante e oportuna. “O Pará é um estado riquíssimo, de cultura vasta e dono de reserva mineral grandiosa. Vamos aproveitar ao máximo o planejamento estratégico da Embratur para que toda a população possa ser beneficiada com esta iniciativa e o turismo possa gerar emprego e renda”, afirmou.
A superintendente do Sebrae Pará, Cleide Tavares, falou da importância de estratégias para o crescimento do setor. “Precisamos dar condições para que as micros e pequenas empresas prestadoras de serviço turístico tenham condições competitivas nesse mercado. Ser uma célula viva no processo de empreendedorismo nesse mercado”, concluiu.
O objetivo da ação realizada pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) em todas as capitais brasileiras é disseminar as informações estratégicas sobre a promoção dos produtos e destinos turísticos brasileiros nos mercados internacionais, além de incorporar o plano às políticas de turismo dos estados.
De acordo com o palestrante, Vitor Cid, o Plano Aquarela trabalha com a promoção de 269 produtos turísticos em situação competitiva no cenário global. Ele informou ainda que o Brasil ocupa o 7º lugar em número de eventos internacionais, sendo que 45 cidades brasileiras já foram sede de eventos desse porte.
A elaboração do Plano Aquarela obedece a três etapas: Diagnóstico, Planejamento Estratégico e Plano Operacional. O estudo diagnóstico mede o grau de satisfação dos visitantes, revela os aspectos positivos e negativos, enumera os desafios, afere a imagem do destino na mídia internacional e opinião publicada, crescimento da oferta internacional de produtos turísticos, entre outros. “Uma marca muito forte das pesquisas é o nosso povo. A avaliação mostra que o melhor do Brasil é o povo brasileiro, com 49%”, comentou Vitor Cid.
Já o Planejamento Estratégico tem como objetivo aprimorar o trabalho de promoção do turismo internacional com resultados a longo prazo, envolvendo o setor público e privado, com destinos turísticos globais de forma profissional, além de aproveitar a realização dos grandes eventos esportivos para tornar o Brasil mais conhecido pelo mundo. “O grande legado é a imagem do turismo no Brasil que nós vamos colocar no mundo”, declarou o gerente da Embratur. Ele também destacou como prioridades o aumento de divisas, de turistas da América do Sul, do gasto e da permanência média e de países que conjugam grande volume de visitantes, gasto alto e permanência maior.
Por fim, o Plano Operacional posiciona corporativamente o Brasil como um país moderno e competente, com boa infra-estrutura para receber o turista, grande diversidade cultural e natural, de forte identidade própria e modelo de sustentabilidade. “Temos que trabalhar a fidelização desse turista para que o regresso seja cada vez maior”, resumiu Cid. Segundo os dados da Embratur, 90% dos visitantes estrangeiros relataram satisfação plena com os produtos turísticos brasileiros e intenção de voltar ao país.
Para o presidente da Paratur, Luiz Souto, a relação próxima e o fortalecimento institucional com a Embratur é muito interessante e oportuna. “O Pará é um estado riquíssimo, de cultura vasta e dono de reserva mineral grandiosa. Vamos aproveitar ao máximo o planejamento estratégico da Embratur para que toda a população possa ser beneficiada com esta iniciativa e o turismo possa gerar emprego e renda”, afirmou.
A superintendente do Sebrae Pará, Cleide Tavares, falou da importância de estratégias para o crescimento do setor. “Precisamos dar condições para que as micros e pequenas empresas prestadoras de serviço turístico tenham condições competitivas nesse mercado. Ser uma célula viva no processo de empreendedorismo nesse mercado”, concluiu.
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