A riqueza das matérias primas da Amazônia e os produtos obtidos a partir delas são comercializados por 13 artesãos de dez entidades ligadas ao artesanato no Pará, durante o 5º Salão do Turismo, em São Paulo. Até o encerramento do evento, domingo (30), os artesãos da loja do Pará, no Espaço Vitrine Brasil, esperam arrecadar R$ 40 mil com a venda de cinco mil objetos produzidos em madeira, couro, barro, semente, fibra, tala, palha e cuia.
Segundo a coordenadora do Artesanato Paraense da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Seter), Dalva Luz, a comercialização dos produtos no Salão do Turismo vai beneficiar diretamente 79 artesãos e mais de 150 indiretamente. Em 2009, a venda de 4.500 peças de artesanato rendeu R$ 38 mil, beneficiando 58 artesãos diretamente e 200 indiretamente.
Na loja de artesanato do Pará, estão em exposição para venda os vasos, bolsas, pratos, jarros, urnas, pano, remos de madeira e biojóias, além do cheiro do Pará e bombons de cupuaçu, castanha do Pará e bacuri. Todos os produtos foram confeccionados por artesãos de associações e cooperativas de Belém, Ananindeua, Soure, Santarém e Altamira.
A maior procura é pela cerâmica Marajoara e Tapajônica, que alcança mais 60% das vendas. “É o estande mais visitado do Salão porque conta com uma diversidade muito grande de produtos em matéria prima que refletem a cara do Estado, aumenta a geração de trabalho e renda familiar, já que as entidades representadas no ano passado não precisam mais vir porque já têm encomendas”, revelou Dalva Luz.
A loja de Artesanato do Pará, que integra o espaço “Vitrine Brasil” do 5º Salão do Turismo, é uma ação articulada entre Governo do Estado, Ministério do Turismo e o Ministério da Indústria e Comércio, por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (BAB).
Segundo a coordenadora do Artesanato Paraense da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda (Seter), Dalva Luz, a comercialização dos produtos no Salão do Turismo vai beneficiar diretamente 79 artesãos e mais de 150 indiretamente. Em 2009, a venda de 4.500 peças de artesanato rendeu R$ 38 mil, beneficiando 58 artesãos diretamente e 200 indiretamente.
Na loja de artesanato do Pará, estão em exposição para venda os vasos, bolsas, pratos, jarros, urnas, pano, remos de madeira e biojóias, além do cheiro do Pará e bombons de cupuaçu, castanha do Pará e bacuri. Todos os produtos foram confeccionados por artesãos de associações e cooperativas de Belém, Ananindeua, Soure, Santarém e Altamira.
A maior procura é pela cerâmica Marajoara e Tapajônica, que alcança mais 60% das vendas. “É o estande mais visitado do Salão porque conta com uma diversidade muito grande de produtos em matéria prima que refletem a cara do Estado, aumenta a geração de trabalho e renda familiar, já que as entidades representadas no ano passado não precisam mais vir porque já têm encomendas”, revelou Dalva Luz.
A loja de Artesanato do Pará, que integra o espaço “Vitrine Brasil” do 5º Salão do Turismo, é uma ação articulada entre Governo do Estado, Ministério do Turismo e o Ministério da Indústria e Comércio, por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (BAB).
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