sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

O fim de ano está chegando! Para você que gosta de agradecer pelo ano que termina e de dar boas-vindas ao que está chegando - conectado com a energia, única, que só a praia nos proporciona - separamos 7 praias do Pará, para as suas 7 ondas de muita sorte e prosperidade!

Lá vem a 1ª onda!


Praia do Farol - Foto: Luiz Braga
Começamos com a bucólica ilha de Mosqueiro, localizada a apenas 70 km de Belém, é um dos balneários mais procurados pelos belenenses devido a sua proximidade. A ilha proporciona a experiência única de 23 praias de água doce com ondas! Assim você pode aproveitar para praticar esportes náuticos e, ainda, saborear na Praça Matriz da Vila, os diversos tipos de tapioquinha, uma iguaria característica do Mosqueiro.
A praça, comumente chamada de “Vila” também é uma ótima pedida para o fim do dia, com vários quiosques de alimentação e opções de brinquedos para a criançada.
Existem linhas de ônibus regulares que fazem o trajeto partindo do Terminal Rodoviário de Belém e também linhas de transporte público municipal.

Saiba um pouco sobre algumas praias de Mosqueiro:

Mosqueiro - Foto do instagram @terradagaia
·Praia do Marahú: praia extensa de areias grossas e brancas com esculturas de pedras. Possui barracas (não padronizadas) que oferecem pratos variados da culinária regional. É uma das praias mais sossegadas e ideais para passeios em família.
·Praia do Paraíso: É a mais afastada do centro da Ilha. Algumas lendas contam que pescadores consideravam suas águas afrodisíacas ao serem encantadas pelo banho de uma mulher. Sua orla é repleta de hotéis, fazendas e restaurantes que geralmente possuem entrada particular para a praia.
·Praia do Chapéu Virado: Recebeu este nome devido ao uso dos chapéus pelos primeiros moradores (portugueses) ao chegarem à praia, os fortes ventos faziam os chapéus voarem. Esta praia  muito movimentada, tanto durante o dia quanto à noite, devido ao calçadão da orla, ideal para caminhadas e prática de ciclismo. Possui barracas de praia que oferecem bebidas geladas (cervejas, refrigerantes, água de coco) e refeições a base de peixes.
·Praia do Farol Velho: Localiza-se exatamente na curva da ilha e recebeu este nome em referência a um antigo farol que ainda permanece no local. Lá, há uma formação rochosa que em conjunto com a vegetação local formam uma pequena ilhota, a Ilha do Amor, conforme enche a maré.
·Praia do Murubira: Esta praia fica localizada em uma enseada, e seu nome é uma homenagem aos antigos índios que habitavam esta região, os Murubira.


Lá vem a 2ª onda!

Para quem gosta de proximidade outra ótima pedida é a ilha de Cotijuba.  A ilha é uma Área de Proteção Ambiental e fica localizada na Baía do Guajará, com acesso somente por via fluvial. Fugindo de todo o estresse causado pelo engarrafamento, a viagem até a ilha por si só é singular! São 15 km de praias com paisagens naturais pouco transformadas pelo homem.

Praia do Vai-Quem-Quer - Foto: Fernando Sette
A ilha também é conhecida pelas ruínas de um antigo educandário e de um dos primeiros engenhos instalados na Amazônia. Outra singularidade da ilha é que, por ser uma área de proteção ambiental, a circulação de automóveis é proibida, com exceção das ambulâncias, tendo assim todo o seu transporte feito por charretes conduzidas por cavalos ou motos.

Para chegar à ilha existem saídas diárias do trapiche de Icoaraci. O trajeto pode ser realizado em navio ou em várias outras embarcações menores, ofertadas pela Cooperativa de Barqueiro da Ilha de Cotijuba (Cooperbic). A viagem dura em média 45 minutos.

Saiba um pouco sobre algumas praias de Cotijuba:

Praia do Vai-Quem-Quer - Foto: Fernando Sette
·Praia do Farol: É a praia mais frequentada por ser bem próxima do porto da Ilha e possuir o maior número de pousadas, bares e restaurantes. Durante as épocas de alta temporada costuma ser palco de shows e apresentações de ritmos paraenses como carimbó, siriá e tecnobrega.

·Praia do Vai-quem-quer: A mais afastada de todas as praias, cerca de 9 km do porto da ilha. A praia é quase deserta, ideal para quem procura sossego e uma paisagem quase intacta. O seu acesso é de charrete, bondes puxados por tratores e mototáxis disponíveis por toda a Ilha.
  

Lá vem a 3ª onda!

Salvaterra- Foto: Fenando Sette 
Salvaterra é a porta de entrada para o Marajó, o maior arquipélago fluviomarinho do mundo e é um dos municípios mais frequentados por turistas devido as suas belezas naturais. Dispõe de caminhadas em trilhas ecológicas, visitas às construções históricas da cidade, ruínas de antigas igrejas deixadas pelos jesuítas durante a colonização da Amazônia, além da culinária típica da região, baseada principalmente em pescados.

Saiba um pouco sobre algumas praias de Salvaterra:

·Praia Grande: É a mais frequentada de Salvaterra devido à proximidade com o centro da cidade e divide espaço com um igarapé de águas geladas chamado Caraparú. Possui uma ótima infraestrutura com calçadão com chuveiros, área para estacionamento de veículos, bares , restaurantes e loja de artesanato.
·Praia de Joanes: Distante 17 km do centro da cidade, a praia é cercada por coqueiros e possui barracas que servem pratos típicos do lugar


Como Chegar:

·Via Fluvial: até o porto de Camará em Salvaterra (a viagem dura em média 3 horas) de onde tem a oferta de vans e ônibus que levam as mais diversas localidades de Salvaterra. O deslocamento é feito em uma estrada pavimentada (PA 154), com uma duração de 45 minutos até o centro da cidade de Salvaterra;
-          Lancha Rápida: A lancha opera de domingo a domingo, em dois horários, com saída às 7h do Porto de Camará em Salvaterra e chegada prevista para 8h15 no Terminal Hidroviário de Belém. O outro horário é de retorno ao Marajó, com saída às 15 h e chegada prevista em Camará às 16h15, com o preço da passagem a R$ 35,00.

·Via Rodofluvial:

Partindo do Trapiche de Icoaraci, em Ferry Boats, para o porto de Camará em Salvaterra. A viagem dura em média 3 horas.


Lá vem a 4ª onda!

Agora que tal dar uma passada por Soure? Somente há 10 minutos de barco de Salvaterra, o maior município do arquipélago marajoara oferece opções para todos os gostos, com praias de águas salobras, campos naturais, fauna riquíssima, culinária exótica, com destaque para os pratos que utilizam carne e derivados dos búfalos (leite, queijo e manteiga), peixes e mariscos.

Não faltam atrações em Soure. Você pode fazer um passeio ao fim de tarde pelos mangues da região para observar as revoadas dos guarás, experimentar a gastronomia local com destaque ao produto principal da região, o queijo do Marajó. Conhecer e fazer as compras nas lojas de artesanato da cidade que oferecem cerâmicas marajoaras e artigos de couro. Além da inusitada experiência de montar em búfalos e cavalgar nos cavalos marajoaras pelos campos da ilha na qual é reconhecida como a “capital do búfalo”, onde é comum encontrá-los pelas ruas da cidade sendo utilizados como meio de transporte ao lado dos carros, motos e bicicletas

Saiba um pouco sobre algumas praias de Soure:

Praia da Barra Velha - Soure
Foto: Jean Barbosa
·Praia do Pesqueiro: Localizada no interior da Reserva Extrativista Marinha de Soure – RESEXMAR Soure, são cerca de 4 km de areia branca e fina, fortes ventos, dunas e restaurantes e bares.
·Praia da Barra Velha: Está inserida em uma reserva (Resexmar Soure) e é a mais próxima do centro da cidade. Seu acesso é feito através de uma trilha sobre uma ponte de madeira em meio aos manguezais e igarapés.


Como Chegar:

·Via fluvial: Partindo de Salvaterra em balsas ou pequenas embarcações para a sede municipal de Soure. A travessia dura entre 10 a 15 minutos.
-                   Lancha Rápida: A lancha opera de domingo a domingo, em dois horários, com saída às 7h do Porto de Camará em Salvaterra e chegada prevista para 8h15 no Terminal Hidroviário de Belém. O outro horário é de retorno ao Marajó, com saída às 15 h e chegada prevista em Camará às 16h15, com o preço da passagem a R$ 35,00.


Lá vem a 5ª onda!
Praia da Princesa - Foto: Jean Barbosa 
Em aproximadamente 3 horas e meia você chega ao paraíso de Algodoal, localizado na Ilha de Maiandeua, município de Maracanã, também é uma Área de Proteção Ambiental, seu nome deve-se as suas dunas que parecem flocos de algodão e também devido à abundância de uma planta nativa conhecida como algodão de seda, ainda presente na região.. A ilha disponibiliza aos seus visitantes pousadas, casas de veraneio, bares e restaurantes. E aos amantes de surfe, a ilha é uma ótima pedida.

O Lago da Princesa é uma das principais atrações da ilha. Sua principal característica é a vegetação de cajueiros e ajurus. Já a praia da Princesa possui quase 14km de extensão e abriga pousadas e barracas que oferecem deliciosos petiscos.

Como chegar:

·Via Rodoviária: Há linhas que saem de Belém e vão até Marudá, no município de Marapanim. A partir daí, é necessário deixar o carro e fazer a travessia de barco para a ilha de Maiandeua. Uma das principais regras para a visitação do local é a proibição de qualquer veículo automotivo na ilha. A medida visa preservar a natureza local.

Outra alternativa de acesso a Algodoal é seguir de Belém até o município de Maracanã (cerca de três horas de viagem). Ao chegar ao município, procure o porto de onde parte diariamente uma embarcação com destino à ilha. Apesar de ser uma viagem longa (de cerca de três horas), o trajeto traz boas surpresas, como grupos de botos que costumam acompanhar o barco e a vista das vilas de Fortalezinha e Mocooca.

  

Lá vem a 6ª onda!

No nordeste paraense, distante aproximadamente 3 horas da capital, localiza-se o município de Marapanim. Assim como várias cidades da região, a cidade é antiga e sua origem remonta ao século XVII.  Dentre as maiores atrações estão as praias como Marudá, Camará e Crispim. Há ainda a região de mangues, além de lagos e dunas. A região também tem rios, igarapés e uma grande oferta de peixes e mariscos.
Praia de Marudá - Foto: Jean Barbosa 
Como chegar:
·De carro particular ou coletivo. Quem quiser pegar a estrada deve seguir pela BR -316 e seguida pegar as rodovias PA-318 e PA-136.

Saiba um pouco sobre as praias de Marapanim:
·Praia de Marudá: Localizada na vila de Marudanópolis, esta praia é a mais urbanizada de todo o município, porém a de menor extensão, apenas 1200 metros. Oferece a melhor infraestrutura hoteleira, telefones públicos, sistema de transporte municipal da sede para a praia e muito artesanato. 
·Praia do Crispim: É uma das praias mais freqüentadas de Marapanim. Possui ótima infra-estrutura de bares e restaurantes, pousadas, shows e apresentações de ritmos paraenses, especialmente o carimbó.



Lá vem a 7ª onda!

Praia do Atalaia - Foto: Barlavento
Salinópolis é um município localizado no litoral do Pará. São cerca de 220 km da Capital, considerado um dos mais badalados do Estado. A ventilação, as belas praias e sol constante atraem muitos visitantes. Nas praias existem opções de diversão para todos os gostos. Aos radicais, os ventos fortes favorecem a prática de esportes como o surf e o kitesurf. Já aos que não abrem mão de exercitar o corpo, a pedida é uma corrida ou caminhada no calçadão na orla da praia do Maçarico ou na da praia do Atalaia. Salinópolis já foi considerada uma estância hidromineral. Tendo a “Fonte do Caranã” como atração pública e de acesso livre.

Como chegar:

- Via Rodoviária:

De Belém: ônibus saindo do Terminal Rodoviário (Pça. do Operário, s/nº). De carro o trajeto é feito pela BR-316 / BR-010 / PA-127 / PA-324 / PA-124 e PA-444
Saiba um pouco sobre a principal praia de Salinópolis:
 ·Praia do Atalaia: possui cerca de 20 quilômetros de extensão, contendo areias brancas e finas, dunas e vegetação rasteira. É a mais conhecida e frequentada praia local, tanto por moradores quanto pelos visitantes. Ao longo de sua orla, apresenta uma grande oferta de estabelecimentos de alimentação, formada por quiosques construídos em palafitas sobre a areia.

·Praia da Corvina: ao final da orla do Maçarico existe uma ponte que dá acesso à praia da Corvina, a mais antiga da cidade de Salinópolis. A praia fica dentro da cidade, por sua tranqüilidade é ideal para quem procura fugir do agito da praia do Atalaia. A mesma teve sua orla revitalizada pela Companhia Paraense de Turismo (Paratur).


O Pará  e suas praias te esperam para fechar o ano com chave de ouro!



Por: Luana Cantanhede - Estagiária 



terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Culinária e os diversos sabores do Caeté


Bragança é uma cidade de origem portuguesa, um dos municípios mais procurados da rota turística do Pará, distante aproximadamente 200km da capital paraense, está localizada às margens do rio Caeté, por isso carinhosamente é conhecida como a Pérola do Caeté. 

Cais do Porto – Foto: Jamerson Viana

São inúmeros os atrativos dessa cidade, a forte cultura, a beleza dos seus prédios centenários, as festividades religiosas que marcam a história da cidade, as belas praias banhada pelo oceano atlântico, além dos manguezais, rios, igarapés e ilhas, como a de Canela que é uma área de preservação ambiental, que vive cerca de 40 mil espécies de pássaros, entre guarás, garças e maçaricos, é um dos maiores ninhais de guarás do mundo, um espetáculo!


Instituto Santa Teresinha/ Foto: Pousada Aruanas


Com tantos encantos, nesse clima de beleza e cultura está acontecendo o 1º Circuito Gastronômico Sabores do Caeté, são dez restaurantes participantes, cujos chefs criaram pratos exclusivos especialmente para o circuito, preservando os elementos da culinária bragantina e regional. O Circuito Gastronômico iniciou no dia 18 de novembro e o público poderá provar as delícias do circuito até o dia 11 de dezembro, com muitas surpresas e novidades para os apreciadores da boa comida.  



Por Ana Maria Rocha - Estagiária 


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

VOCÊ É CONVIDADO ESPECIAL PARA DESVENDAR OS CAMINHOS DE BELÉM


Em meio a uma sociedade contagiada pela “Geração Saúde”, Belém se mostra equipada e estruturada para aventuras e esportes radicais. Para você que gosta de andar de bicicleta e aprecia conhecer lugares inusitados, a cidade que é cercada por florestas, ilhas e áreas de mata preservada, é mais do que convidativa para um passeio radical em meio a fauna inigualável do nosso estado, respirando o ar puro da floresta, longe da urbanização.


Além das trilhas, uma atração a parte são os igarapés e furos d’água. Imagine só a maravilhosa experiência de se conectar a natureza de diversas formas, lavar a alma e descansar com um banho bem gelado! Tá esperando o quê? Venha se aventurar pelo Pará!









Por Luana Cantanhede - Estagiária 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

VOCÊ SABIA QUE O BRASIL PREFERE O PARÁ?


De acordo com a pesquisa anual sobre as tendências de viagem do buscador "Skyscanner", apontou que em 2017 a preferência do turista brasileiro é conhecer o Estado do Pará  Então, para você que já está programando a sua viagem de final de ano, presta atenção neste post e depois corra pra comprar a sua passagem para Belém.

Estação das docas/ Foto tirada do site Viaje Aqui Abril/ Por: Marcelo Soares
Vamos começar pela Estação das Docas, a versão belenense do Puerto Madeiro. Depois de restaurados, os galpões do século 19 - que mantiveram intocadas a bela estrutura em ferro inglês - se transformaram em um polo turístico. Ao todo, são três armazéns, por onde você pode encontrar os melhores restaurantes, lojas de lembrancinhas, lanchonetes, além do famoso e delicioso sorvete da CAIRU. Uma ótima opção para o fim da tarde, oferecendo uma maravilhosa vista do pôr-do-sol aos seus visitantes. Quando chega a noite, é hora do “happy-hour” acompanhado de apresentações musicais diárias sob um palco deslizante no teto do galpão.

Polo Joalheiro / Foto: Fernando Sette
Outros pontos turísticos foram reformados para ofertarem as melhores experiências possíveis a quem os visita. Temos como exemplo o espaço São José Liberto – Polo Joalheiro, que já abrigou presídio, convento, olaria e hospital.  E agora abriga uma ourivesaria, a Casa do Artesão, onde jóias e artesanato são comercializados, e o Museu de Gemas do Pará, com amostras de cerâmica tapajônica e marajoara, minerais encontrados no estado e a primeira coleção de jóias desenvolvidas no polo. Para manter a história do local viva, uma das antigas celas do presídio virou um memorial que retrata a violência da vida na prisão.

Mercado Ver-o-Peso/Foto tirada do site Zarpo/ Por: Marcos Joel Reis

Bem pertinho, você pode conhecer ainda o Forte do Castelo, a Casa das Onze Janelas e o imperdível Mercado do Ver-o-Peso, considerado a maior feira livre da América Latina, o cartão postal é marcado pela mistura e por toda a singularidade marcante da cultura paraense.




Círio de Nazaré/ Foto: Fernando Sette
O Círio de Nazaré, conhecido como a maior manifestação religiosa do mundo, recebe milhares de pessoas de todos os estados e países todos os anos no mês de outubro. O “natal dos paraenses” espalha pela cidade o sentimento de amor, fraternidade, devoção e compaixão. Espalha também os melhores aromas, afinal é possível andar nas ruas durante todo o mês sentindo o cheiro da Maniçoba, e dos demais pratos típicos, característicos do almoço do Círio.



Mangal das Garças/ foto tirada do Flickr/ Por: Fábio Ferreira 
Você também tem que incluir no seu roteiro o Theatro da Paz, Mangal das Garças, Ver-o-Rio, Basílica de Nossa Senhora de Nazaré, Museu Paraense Emílio Goeldi, Bosque Rodrigues Alves e o Museu de Arte Sacra (Clique em cima do nome e saiba mais sobre cada um). No domingo de manhã, a Praça da República te espera para um delicioso passeio ao som de grupos culturais, rodeados de comidas diversas, atrações e compras para todos os gostos.

A grande metrópole da Amazônia conta com toda a infraestrutura para a sua estadia, com hotéis que variam do requinte, como o Grand Mercure, Atrium Quinta das Pedras, Golden Tulip, Belém Princesa Louçã, aos econômicos: Soft In Batista Campos,Hotel Ibis e  a Pousada Portas da Amazônia.

Ilha de Mosqueiro/ Foto: Luiz Braga
Para descansar depois de todos esses passeios, a pedida é dar uma passadinha pelas praias do estado. Mosqueiro, a ilha que fica a menos de 2 horas da cidade proporciona aos seus visitantes a inusitada experiência de uma praia de água doce com ondas. 


Alter-do-Chão/ Foto: Fernando Sette
Ou você pode dar uma esticadinha um pouco mais longe, para Alter-do-Chão, “O caribe brasileiro”. As praias da vila, que só aparecem no período de vazante do rio Tapajós - entre os meses de agosto a novembro - têm águas doces, quentes e em tons de azul-turquesa, além de emolduradas por areias branquinhas. O programa é relaxar e apreciar as delícias da culinária local, à base de peixes. Algodoal, Salinas, Salvaterra e Soure são outras ótimas pedidas para o seu mergulho na praia.

Não existe melhor época para visitar o Pará, afinal o estado está sempre preparado para receber você e a sua família repleto de paisagens exóticas, gastronomia singular, cultura e uma receptividade que só o paraense tem! Não espere mais, comece a programar as suas férias, o Pará te espera!



Por Luana Cantanhede - Estagiária