quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS: AS COMUNIDADES TRADICIONAIS E O USO SUSTENTÁVEL DA AMAZÔNIA


Se você gosta de apreciar a natureza, explorar lugares inusitados e culturas diferentes, precisa conhecer a Floresta Nacional do Tapajós!

Uma Unidade de Conservação reconhecida por suas belezas naturais, onde o rio Tapajós banha as terras ribeirinhas e muda de cor, de acordo com a época do ano e de tamanho. Agora imagine só, na cheia é possível passar de canoa por entre palmeiras observando pássaros, tracajás e jacarés. Já na seca, o rio desce e revela praias de areia branca, próprias para o banho.

Foto: Gustavo Tanobe

Subindo a serra, o visitante vai encontrar a floresta primária com árvores frondosas, algumas centenárias como a samaúma, a castanheira, a andiroba, dentre outras. Além dos aspectos ambientais, o local apresenta expressiva riqueza sociocultural, representada por populações tradicionais, que realizam o manejo florestal sustentável em uma área especialmente reservada para este fim.

Foto: Fábio Barbosa
 Igarapé de Jamaraquá FLONA - Floresta Nacional do Tapajós - Belterra - Pará

Durante a visita você pode aproveitar para observar a fauna, fazer trilhas interpretativas, passeios de barco, praticar pesca artesanal, além de tomar banho em praias e igarapés. Indica-se também: comprar o artesanato local, observar a produção de couro vegetal, participar de festejos populares,visitar as comunidades tradicionais e participar ou acompanhar uma das mais complexas maratonas de selva, a Jungle Marathon.
 
Foto: Mariana M Morishita

A Floresta Nacional do Tapajós recebe visita o ano todo, porém durante o chamado verão amazônico, que acontece de julho a dezembro, o surgimento das praias fluviais fazem desse período a melhor época de visitação.

Como chegar:
Acesso BR 163, pavimentada em todo o trecho que liga Santarém até a entrada da FLONA, são 50 Km; e por via fluvial pelo rio tapajós.

Para mais informações:


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

VIVA O FERIADO!


QUATRO FOLGAS EM DIAS ÚTEIS NO PRIMEIRO SEMESTRE SÃO UM CONVITE A VIAGENS CURTAS PELO PARÁ.

VEJA AS SUGESTÕES PARA TIRADENTES, PÁSCOA, DIA DO TRABALHO E CORPUS CHRISTI:

O Pará é banhado pelas mais belas e diferentes praias de água doce e salgada. E por isso, separamos algumas opções para você dar uma pausa e curtir o feriadão.

Banhada pelo Oceano Atlântico, a costa litorânea do Pará abriga praias paradisíacas que misturam as paisagens naturais típicas de litoral, como sol forte e brisa constante com as marcas registradas da Amazônia, como mangues, animais silvestres, rios e igarapés. Essa união de floresta e praia é atrativa para o turismo de aventura e turismo cultural. Nas cidades que pontuam a trilha das descobertas, há uma efervescência de costumes, ritmos, danças e registros históricos encantadores. 

MARAPANIM: Conhecida como a terra do carimbó, Marapanim é uma cidade localizada á 120 km de Belém, no litoral do estado paraense. É banhada pelas águas salgadas do oceano atlântico, que oferecem praias paradisíacas o ano inteiro.
  

MARUDÁ: Localizada na vila de Marudanópolis, esta praia é a mais urbanizada de todo o município, porém a de menor extensão, apenas 1200 metros. Oferece a melhor infra-estrutura hoteleira, telefones públicos, sistema de transporte municipal da sede para a praia e muito artesanato.


COMO CHEGAR 
- Via Rodoviária: Saindo de Belém pela BR- 316 até o município de Castanhal e então seguir pela PA-318 até Marapanim.


MARACANÃ: Localizado às margens do rio Maracanã, na costa litorânea do Pará. É bastante conhecida por seus areais e ilhas, com destaque para a Ilha de Maiandeua, onde se encontra a Vila de Algodoal, principal atração turística com praias paradisíacas em área de preservação ambiental.
 

ILHA DE MAIANDEUA: Esta Ilha do município de Maracanã possui diversas vilas com praias paradisíacas. A mais famosa é a vila de Algodoal, que recebeu este nome devido a grande quantidade da planta de algodão de seda presente na região. A ilha é protegida como área de preservação ambiental e veículos automotivos são proibidos em todo seu território. Seu acesso é somente por via fluvial.






COMO CHEGAR:- Via rodofluvial: Carro particular ou transporte coletivo. Há linhas que saem de Belém pela BR-316 e vão até Marudá, no município de Marapanim. A partir daí, é necessário deixar o carro e fazer a travessia de barco para a ilha de Maiandeua. Uma das principais regras para a visitação do local é a proibição de qualquer veículo automotivo na ilha. A medida visa preservar a natureza local.



SALINÓPOLIS: Mais conhecido como “Salinas”, este é o município mais procurado pelos belenenses nas épocas de alta-temporada. Banhado pelo oceano Atlântico, as praias de Salinópolis são abertas para a circulação de automóveis, sendo também palco do maior evento automobilístico do Pará, o Rallye do Sol. A cidade é bastante urbanizada com infra-estrutura de apartamentos e casas de veraneio, hotéis e pousadas cinco estrelas, spas, shopping e galerias.




COMO CHEGAR:
- Via rodoviária: Partindo de Belém pela BR-316. São 220 km de trecho rodoviário

BRAGANÇA: Localizada no nordeste paraense, a 210 quilômetros de Belém, é conhecido como a Pérola do Caeté. Guardião de muitos rios e igarapés de água doce, o município, que desperta muitos olhares para a Região Turística Amazônia Atlântica, resulta da colonização européia, principalmente a francesa. Sua fundação data de 1613. É em Bragança que encontramos uma das mais importantes manifestações culturais do Pará, a Marujada.





COMO CHEGAR:
- Via rodoviária: Bragança fica a 210 Km de Belém. O acesso é pelas rodovias federal BR-316 e estadual PA-242. A viagem leva em média quatro horas de ônibus ou até 3 hora de carro particular.

SALVATERRA: É o município porta de entrada para a Ilha do Marajó. Conhecida como “princesinha do Marajó”, Salvaterra possui varias vilas e comunidades vizinhas que oferecem atrativos turísticos naturais em meio a Amazônia. Pela facilidade de acesso, é uma dos municípios mais frequentados por turistas.



COMO CHEGAR:
Via Fluvial: Partindo do Terminal Hidroviário de Belém até o porto de Camará em Salvaterra. A viagem dura em média 3 horas. 
Via Fluvial com carro: Partindo do Trapiche de Icoaraci, em Ferry Boats, para o porto de Camará em Salvaterra. A viagem dura em média 3 horas.



SOURE: Conhecida como a “Pérola do Marajó”, Soure está separada de Salvaterra pelo rio Paracauari. Oferece opções para todos os gostos, com praias de águas doce e salgadas, campos naturais e uma fauna riquíssima, com destaque para os búfalos. Soure é reconhecida como a “capital do búfalo”, onde é comum encontrá-los pelas ruas da cidade sendo utilizados como meio de transporte ao lado dos carros, motos e bicicletas.




COMO CHEGAR:
Via Fluvial: Partindo de Salvaterra em balsas ou pequenas embarcações para a sede municipal de Soure. A travessia dura em média 10 minutos.

E para aqueles que pretendem ficar por perto, a região metropolitana de Belém possui várias opções de sol e praia. A Ilha de Mosqueiro e a Ilha de Cotijuba são alternativas indispensáveis para um roteiro turístico de veraneio dentro de Belém.


ILHA DE MOSQUEIRO: Apenas 70 km de Belém, a Ilha de Mosqueiro é um dos balneários mais procurados pelos belenenses devido à proximidade. Possui 17 km de praias de água doce com ondas que mais parecem mar. Em época de poucas chuvas, o mar invade a cabeceira dos rios da Amazônia, tornando a água das praias de Mosqueiro esverdeadas e levemente salobra. Outro atrativo da ilha são os casarões centenários que encontramos na orla das praias, herança dos antigos barões da borracha durante os tempos áureos da Belle Epoque paraense, no final do século XIX.





COMO CHEGAR:
Via Rodoviária: 70 km partindo de Belém pela BR-316. Existem linhas de ônibus regulares que fazem o trajeto partindo do Terminal Rodoviário de Belém e também linhas de transporte público municipal.

ILHA DE COTIJUBA: Cotijuba é uma das 42 ilhas que formam o arquipélago da região metropolitana de Belém. Fica localizada do outro lado da Baía do Guajará e seu acesso é somente por via fluvial. São 15 km de praias com paisagens naturais pouco transformadas pelo homem. A ilha é conhecida também pelas ruínas de um antigo educand presídio de segurança máxima do início da década de 30 e de um dos primeiros engenhos instalados na Amazônia no século XVIII. A Ilha é uma área de proteção ambiental (APA) e veículos automotivos são proibidos no local, com exceção para transportes de emergência.







COMO CHEGAR:
Via Fluvial: Travessia feita em embarcações que partem diariamente do Trapiche de Icoaraci. O trajeto pode ser realizado através de um navio mantido pela Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) ou em várias outras embarcações menores ofertadas pela Cooperativa de Barqueiro da Ilha de Cotijuba (Cooperbic). A viagem dura em média 45 minutos. 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

139 ANOS DO MAJESTOSO THEATRO DA PAZ


O Theatro da Paz foi fundado durante o período áureo do ciclo da borracha, quando a economia da região amazônica demonstrou um grande crescimento e a sociedade paraense passou a viver os costumes europeus. Belém começou a ser conhecida como a “Capital da Borracha”, passando a necessitar de um teatro que suprisse os grandes espetáculos do gênero lírico.
Foto: Divulgação/Google

O engenheiro militar José Tiburcio de Magalháes foi contratado pelo Governo para dar início ao projeto arquitetônico inspirado no Teatro Scalla de Milão (Itáia). Fundado no dia 15 de fevereiro de 1978, o teatro foi a primeira casa de espetáculos construída na Amazônia, seu nome foi escolhido em referência a Paz pelo fim da guerra no Paraguai.
Com estrutura grandiosa e visual majestoso, o teatro dispõe de 1.100 lugares, acústica perfeita, lustres de cristal, piso em mosaico de madeiras nobres, afrescos nas paredes e teto, dezenas de obras de arte, gradis e outros elementos decorativos revestidos com folhas de ouro.
Foto: Divulgação/Google


Localizado no coração de Belém, é palco de orquestras, peças e outras apresentações artísticas, sendo atualmente, o maior Teatro da Região Norte, considerado um dos Teatros-Monumentos do País, e um dos mais luxuosos do Brasil. Motivo de orgulho para os paraenses, o teatro encanta a todos que o visitam ao longo de seus 139 anos. Parabéns!!!
Foto: Instagram do Lúcio Mauro Filho (@luciomaurofilhooficial)


Por Luana Cantanhede- Estagiária 

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

FERIADÃO DE CARNAVAL CHEGANDO, VENHA DESCANSAR NO PARÁ!

Ilha de Cotijuba / Foto: Fernando Sette

Para muitos o carnaval é sinônimo de folia, mas há quem goste de aproveitar o feriadão para descansar e fugir da bagunça da festividade. O Pará oferece também opções para quem gosta de tranqüilidade e proximidade, como a lha de Cotijuba, uma Área de Proteção Ambiental que fica localizada na Baía do Guajará, com acesso somente por via fluvial há aproximadamente 1h de viagem da capital. São 15 km de praias com paisagens naturais pouco transformadas pelo homem.

A ilha também é conhecida pelas ruínas de um antigo educandário e de um dos primeiros engenhos instalados na Amazônia. Outra singularidade da ilha é que, por ser uma área de proteção ambiental, a circulação de automóveis é proibida, com exceção das ambulâncias, tendo assim todo o seu transporte feito por charretes conduzidas por cavalos ou motos.

Ilha de Cotijuba / Foto: Fernando Sette

Para chegar à ilha existem saídas diárias do trapiche de Icoaraci. O trajeto pode ser realizado em navio ou em várias outras embarcações menores, ofertadas pela Cooperativa de Barqueiro da Ilha de Cotijuba (Cooperbic).

Saiba um pouco sobre algumas praias de Cotijuba:

  • ·Praia do Farol: É a praia mais frequentada por ser bem próxima do porto da Ilha e possuir o maior número de pousadas, bares e restaurantes. Durante as épocas de alta temporada costuma ser palco de shows e apresentações de ritmos paraenses como carimbó, siriá e tecnobrega. 
  • ·Praia do Vai-quem-quer: A mais afastada de todas as praias, cerca de 9 km do porto da ilha. A praia é quase deserta, ideal para quem procura sossego e uma paisagem quase intacta. O seu acesso é de charrete, bondes puxados por tratores e mototáxis disponíveis por toda a Ilha. 


  • Praia Funda: Esta praia localiza-se em uma enseada de terreno bastante íngreme, o que torna a praia de grande profundidade logo nos primeiros passos em direção à água. O lugar é procurado para a prática de turismo de aventura.


Outras praias conhecidas da Ilha são as desertas Praia do amor e a Praia da saudade, apenas a 15 minutos de caminhada do porto; a Praia do Cravo e do Cemitério, e ainda as praias da Pedra Branca e da Flexeira, que são banhadas pela Baía do Marajó.

Ilha de Cotijuba / Foto: Fernando Sette