sexta-feira, 6 de abril de 2018

Parque do Utinga: Uma opção de recreação e práticas saudáveis em contato com a natureza


Foto: Jonas Santana

O Parque Estadual do Utinga está de portas abertas, após quase três anos fechado para reforma. E tem algumas novidades para seus visitantes, venha conferir:

A área é uma unidade de conservação estadual e abriga vários representantes de espécies de fauna e da flora amazônica. Também preserva ecossistemas e mananciais, como os Lagos Bolonha e Água Preta, que abastecem cerca de 70% da população de Belém. Ocupa uma área de quase 1,4 mil hectares e permite que seus visitantes possam conferir um pedaço tranquilo da Amazônia a poucos quilômetros do centro da cidade.
Foto: Jonas Santana
Para quem gosta de ecoturismo, a área verde do Utinga dispõe de mais de nove quilômetros de trilhas abertas e recuperadas na mata, o que se transforma numa grande atração para passeios guiados. São quatro quilômetros de pistas, preparadas para caminhadas e passeios de bicicletas, patins e skates, além de práticas esportivas como o slackline, o tree climbing, boia cross, rapel, cicloturismo, birdwatching, stand up paddle e canoagem. O espaço também conta com  estacionamento de 400 lugares para veículos e de um centro de recepção aos visitantes, com auditório para 50 lugares, lanchonete, banheiros, loja de suvenir, bilheteria e café.

O horário de funcionamento durante a semana é de 5h30 às 17 horas, com entrada gratuita. Somente alguns serviços são pagos, como as trilhas guiadas, o estacionamento, atividades esportivas como rapel e outras.

Para que o espaço possa ser mantido sempre em boas condições, é preciso tomar alguns cuidados:

É proibido levar animais domésticos. Por conta dos animais silvestres que não podem ter contato com animais domésticos por risco de transferir doenças aos pets.

 Guardar sempre seus lixos que venham a produzir. O parque não possui lixeiras, também por conta dos animais que poderiam ingerir resto de comida e outras coisas que fossem depositadas nas lixeiras.

O Parque é para contemplação, prática de esportes, e atividades pedagógicas, então vamos preservar e respeitar as regras.

Como chegar:


O Parque Estadual do Utinga fica localizado no bairro Curió Utinga, vindo de Belém para Ananindeua pela Av. João Paulo II, ao lado da sub-estação da Cosanpa.

Para mais informações acesse o site: https://goo.gl/z2jMi1

Aplicativo – As informações sobre as trilhas, os serviços oferecidos e agendamento com os condutores pode ser feito no aplicativo do Parque Estadual do Utinga. O app está disponível para download na Play Store dos smartphones que utilizam o sistema Android.



Por Trayce Melo - Estagiária

quarta-feira, 7 de março de 2018

Gastronomia Paraense: original, criativa e autêntica!


5 curiosidades sobre a Ilha de Cotijuba

A Ilha de Cotijuba é uma das 42 ilhas que integram o arquipélago de Belém. São apenas 45 minutos da capital paraense, em viagem de barco. Hoje, com várias pousadas, belas praias, a margem da baia do Marajó, e a proibição do uso de carro, representa um diferente e forte ponto turístico da região. Conheça cinco curiosidades sobre esse lugar surpreendente.




1.    Origem do nome
Seus primeiros habitantes foram os índios Tupinambá. Eles a batizaram com o nome de Cotijuba, que quer dizer, na língua indígena, “trilha dourada”. Provavelmente em razão das muitas falésias que expõem a argila amarelada que compõe o solo da ilha.  Mas a ilha só começou a ser ocupada na década de 30, quando foi construído o Educandário Nogueira de Faria, hoje em ruínas.


2.    Integração da ilha à cidade de Belém
A integração da ilha à cidade de Belém se iniciou em 1784, com a comercialização do arroz cultivado no Engenho Fazendinha. Com a desativação do engenho, Cotijuba passou a ser habitada também por famílias caboclas que sobreviviam do extrativismo. Há também ainda as ruínas do velho engenho.

 3.    Proteção ambiental
Desde 1990, a ilha é uma área de proteção ambiental, o que torna proibido a circulação de carros. Para se locomover é preciso utilizar as charmosas charretes ou usar o bondinho da ilha, que é puxado por um trator. Eles ficam concentrados logo na entrada da ilha de frente para o terminal fluvial. Apenas recentemente, motocicletas foram permitidas e também autorizadas o uso de carros para o transporte de pacientes e para a garantia da segurança na ilha.

      4.   Praias de água doce

Cotijuba é a terceira maior em dimensão territorial das 42 ilhas do arquipélago de Belém. Apesar de ser cortada por cerca de seis igarapés, pequenos rios, e de possuir dezesseis lagos, Cotijuba é mais visitada por suas doze praias de água doce. São 15 quilômetros de praias de água doce e morna banhadas pelas Baías do Marajó e do Guajará. As mais conhecidas são:

Foto: Fábio Costa

Praia do Farol: Por conta de ser a praia mais próxima do terminal fluvial é a mais frequentada, já que os banhistas podem chegar à praia andando.  Possui uma ótima infraestrutura, tem várias pousadas e restaurantes.






Foto: Setur

Praia do Vai- quem-quer: Uma das mais famosas e distantes é a praia do Vai- quem-quer, a praia tem uma formação de pedras que deixa a paisagem bem bonita, parece quase deserta com cabanas de palha e areia bem branquinha.


Foto: Cristino Martins




Praia Funda: Formada por uma enseada, a Praia Funda tem esse nome por conta do seu terreno íngreme e suas águas profundas desde a beira. O que torna procurada pelos indivíduos que são adeptos de mergulhos radicais. 



5.   Localização Geográfica da Ilha

Cotijuba está localizada geograficamente, entre o arquipélago do Marajó e as ilhas de Jutuba e Paquetá, à margem direita do estuário do rio Pará, entre as baias do Marajó e do Guajará, apresentando uma forma alongada em direção ao nordeste sudeste (BELÉM, 1997). Ela apresenta uma extensão territorial aproximada a 1.600 hectares e está localizada a 22 km da sede municipal. 

Gostou? Então venha conhecer esse lugar que te aguarda com altas aventuras.

Como Chegar

A travessia é feita em embarcações da Cooperativa de Barqueiro da Ilha de Cotijuba (Cooperbic) que partem de hora em hora do Trapiche de Icoaraci, em Belém. O trajeto pode ser realizado também em um navio mantido pela Prefeitura de Belém. A viagem dura em média 45 minutos. 


Por Trayce Melo - Estagiária 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Vem pular carnaval aqui no Pará!

O período mais animado do ano está chegando, e opções não faltam para você curtir o Carnaval no Pará que é um verdadeiro espetáculo de arte e cultura. Resolvemos trazer para vocês alguns carnavais que acontecem ao redor do estado. E ai, qual seu preferido?

Vigia de Nazaré

Foto: Agência Pará
O município de Vigia é um dos destinos mais procurados durante os dias de carnaval, tanto para quem busca os tradicionais desfiles de blocos aos que gostam de correr atrás dos trios elétricos que animam os foliões. Entre os destaques dos blocos de rua do município estão “As Virgienses” e “Os Cabraçurdos”, que saem pelas ruas da cidade na tradicional brincadeira em que homens se vestem de mulheres e as mulheres se vestem de homens.


Foto: Naldo Araujo

Abaetetuba

Eleita um dos maiores destinos turísticos paraenses durante o Carnaval, já conquistou cerca de 100 mil foliões nos últimos anos. Aos tradicionais blocos de rua, a agitação dos trios elétricos e a beleza das Escolas de Samba o Carnaval em Abaetetuba só cresce a cada ano. Só o tradicional “Bloco dos Sujos” nas ruas da cidade atrai cerca de 30 mil brincantes. 


Foto: G1

Bragança

O município de Bragança oferece diversas atrações no carnaval, com os arrastões em massa da multidão vestida de abadá, até os tradicionais bloquinhos de rua, onde o folião caminha pela cidade ao som das clássicas marchinhas.


Foto: Circuito Fora do Eixo
Cametá

Cametá oferece várias manifestações carnavalescas, como o tradicional Carnaval das Águas - que acontece na comunidade de Juába, sobre barcos que percorrem pela frente das palafitas, aos blocos de trio com abadás nos quais trazem à cidade atrações nacionais. Também tem os desfiles das Escolas de Samba da região, na Avenida Inácio Moura no domingo de Carnaval.
Foto: Agência Pará

Cidade Velha

O carnaval no bairro da Cidade Velha em Belém começa cedo, logo na primeira semana de janeiro. O bairro é uma das principais referências de patrimônio histórico e cultural do Estado, e esse ano serão cinco finais de semana de "corredor da folia”, percorrendo as ruas da Cidade Velha. Segundo a organização do evento, estima se a participação de quase 700 mil pessoas.

São Caetano de Odivelas

Foto: Griffo
Personagens típicos da cultura de São Caetano de Odivelas, os Bois de Máscara, vaqueiros e bonecos cabeçudos agitam no arrastão do bloco os foliões que se misturam aos personagens e se divertem com os trajes típicos, comandados por uma banda de fanfarra e as micaretas. O diferencial do carnaval de São Caetano de Odivelas é a grande representatividade que os Bois de Máscara tem para o município, sendo símbolo da cultura popular.

Foto: Cristino Martins
Curuçá

O desfile do tradicional bloco carnavalesco "Pretinhos do Mangue" reúne aproximadamente 17 mil pessoas fantasiadas com a lama dos manguezais que cercam o município de Curuçá. Patrimônio cultural do município e do estado, o bloco envolve os foliões desde as primeiras horas do dia, quando os brincantes se dirigem aos manguezais para começar a se fantasiar. 




Se você ainda não conhece, venha logo conhecer o carnaval no Pará. Ainda dá tempo de planejar sua viagem!!!


 Por Trayce Melo - Estagiária