Representantes da Sema e da Cohab-Pa apresentaram os respectivos projetos para a área Pirelli aos membros do Fomentur, na manhã desta segunda-feira (22/02), no auditório Carlos Rocque.
O técnico da Sema, Crisomar Lobato, falou da elaboração do decreto em andamento para criação da unidade de conservação denominada Refúgio de Vida Silvestre Metrópole da Amazônia, que preservará 6.367,27 hectares da área total de aproximadamente 7,3 mil hectares da antiga Pirelli, agora chamada de Fazenda Guamá. O espaço será destinado a proteção da fauna e flora, da biodiversidade da vida silvestre e ecossistemas, pesquisa científica, práticas do ecoturismo, educação ambiental, recreação e contato com a natureza.
Já Arthur Farias, da Cohab-Pa, detalhou a proposta habitacional do Governo do Estado. Ele esclareceu que somente a área antropizada, ou seja, apenas 940,45 hectares do total serão utilizados na construção das unidades residenciais. Isso equivale a 11,4% da área total.
Ele informou que existe um Projeto Básico preliminar e um Projeto em Estudo. No primeiro, o investimento total seria de R$ 176,5 milhões e visa atender de 4 a 9 mil famílias com moradia, gerando 10.700 empregos diretos e 21.400 empregos indiretos. Já o segundo, prevê investimentos da ordem de aproximadamente 250 milhões de reais, no qual seriam construídos 15 mil unidades residenciais, empregando diretamente 15.150 trabalhadores e outros 30.300 indiretamente. Os recursos serão oriundos de repasse do Ministério das Cidades e contrapartida do Governo do Pará. A ocupação será feita de forma gradativa e ordenada.
O técnico da Sema, Crisomar Lobato, falou da elaboração do decreto em andamento para criação da unidade de conservação denominada Refúgio de Vida Silvestre Metrópole da Amazônia, que preservará 6.367,27 hectares da área total de aproximadamente 7,3 mil hectares da antiga Pirelli, agora chamada de Fazenda Guamá. O espaço será destinado a proteção da fauna e flora, da biodiversidade da vida silvestre e ecossistemas, pesquisa científica, práticas do ecoturismo, educação ambiental, recreação e contato com a natureza.
Já Arthur Farias, da Cohab-Pa, detalhou a proposta habitacional do Governo do Estado. Ele esclareceu que somente a área antropizada, ou seja, apenas 940,45 hectares do total serão utilizados na construção das unidades residenciais. Isso equivale a 11,4% da área total.
Ele informou que existe um Projeto Básico preliminar e um Projeto em Estudo. No primeiro, o investimento total seria de R$ 176,5 milhões e visa atender de 4 a 9 mil famílias com moradia, gerando 10.700 empregos diretos e 21.400 empregos indiretos. Já o segundo, prevê investimentos da ordem de aproximadamente 250 milhões de reais, no qual seriam construídos 15 mil unidades residenciais, empregando diretamente 15.150 trabalhadores e outros 30.300 indiretamente. Os recursos serão oriundos de repasse do Ministério das Cidades e contrapartida do Governo do Pará. A ocupação será feita de forma gradativa e ordenada.
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